quarta-feira, 5 de maio de 2010

Livros

Se não há fuga da loucura e essa fará parte da minha vida: vou lê-la.

Aceito doações ou empréstimos da História da Loucura, Foucault, bem como alguns do Lacan. Alguém? Alguém?

Começando tradicionalmente pelo meta-

[Tenho pensado 2138972398 mil coisas que eu queria escrever aqui, mas sempre que chego a um papel ou ao teclado: puft! sumiu. Agora estou assim, exatamente assim.
Pelo menos minha obra-de-arte dessa tarde (naturalmente feita no paint - porque não trouxe lápis-de-cor pra essa casa) tá guardadinha.]

Aliás, pensei sobre arte esses dias com um menino barbudo. A conclusão mais clara era que a arte dependia mais do artista do que dela própria. Talvez a obra fosse importante só pra fazer o artista ser exatamente isso. Acho que, pelo menos por enquanto, pra mim a arte depende de intenção e do afeto.

Ah, o tal do afeto... Nesse campo, parece que uma batalha foi vencida na última semana. A discussão interna de verdades e mentiras, franquezas e carinhos parece ter desenhado uma estética própria, mesmo que pudesse ter feito uma colcha-de-retalhos. Essa estética parece também estar sustentando um ser um pouco mais leve, que por isso, está flutuando levemente e com um campo de visão um pouco diferente. Cada um com sua dor, parece que essa cicatriz fez um volume embaixo dos meus pés e o lugar agora é outro - isso não é ruim.

Que não seja óbvio

domingo, 25 de abril de 2010

Eu preciso

Primeiro de tudo voltar ou começar a escrever. Continuar meu projeto de ser saudável, talvez dançar. Carregar meu moleskine. Escrever sobre meus dois últimos dias em Buenos Aires. Arrumar os últimos presentes dessa viagem. Pensar ainda mais meus móveis. Ter responsabilidade e disciplina por um mês. E continuar esse texto fora do bar. De preferência, em um computador.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Porque entre gargalhadas e lágrimas, nosso amor barato é o que tenho de mais próximo do sagrado. Flores demais perto de alguém de mãos dadas a um bebê, de plástico.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eu estaria em aula, mas...

vocês não me deixam. eu nao queria dizer. mas queria sim. eu ainda lembro de voce todo dia e depois do ocorrido com mais pureza e talvez dor. voltou a primeira sensacao. queria poder brigar com voce. o que nunca fiz. mas agora faria. queria nem que fosse nosso sms. nosso 9090. qualquer codigo que dissesse que voce nao precisava disso. nem pra passar nem pra nao passar. agora fico falando com voce e sozinha. mas voces sao assim. me fazem isso. pelo menos eu sei que nao perdemos um segundo sequer. tendo os gasto com gargalhadas ou lagrimas.

domingo, 23 de agosto de 2009

Pausa

Por um momento minhas atividades de escritora estão suspensas ou, pelo menos, restritas. De vez em nunca, poderão ser apreciadas (ou não - pra sorte de todos) em www.cerebronosso.bio.br.



Por acaso, ontem foi publicado nesse site um comentário sobre o filme Amnésia (Memento), queria ver há séculos, mas o responsável por copiar o DVD não mais o fará. Agora, pelo menos sei um pouco sobre a questão científica da coisa. Acho que a outra parte nunca vou saber.
Pra mim, vai ser mais memória que amnésia quando assistir, mas eu vou.