quarta-feira, 5 de maio de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

Eu preciso

Primeiro de tudo voltar ou começar a escrever. Continuar meu projeto de ser saudável, talvez dançar. Carregar meu moleskine. Escrever sobre meus dois últimos dias em Buenos Aires. Arrumar os últimos presentes dessa viagem. Pensar ainda mais meus móveis. Ter responsabilidade e disciplina por um mês. E continuar esse texto fora do bar. De preferência, em um computador.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Porque entre gargalhadas e lágrimas, nosso amor barato é o que tenho de mais próximo do sagrado. Flores demais perto de alguém de mãos dadas a um bebê, de plástico.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eu estaria em aula, mas...

vocês não me deixam. eu nao queria dizer. mas queria sim. eu ainda lembro de voce todo dia e depois do ocorrido com mais pureza e talvez dor. voltou a primeira sensacao. queria poder brigar com voce. o que nunca fiz. mas agora faria. queria nem que fosse nosso sms. nosso 9090. qualquer codigo que dissesse que voce nao precisava disso. nem pra passar nem pra nao passar. agora fico falando com voce e sozinha. mas voces sao assim. me fazem isso. pelo menos eu sei que nao perdemos um segundo sequer. tendo os gasto com gargalhadas ou lagrimas.

domingo, 23 de agosto de 2009

Pausa

Por um momento minhas atividades de escritora estão suspensas ou, pelo menos, restritas. De vez em nunca, poderão ser apreciadas (ou não - pra sorte de todos) em www.cerebronosso.bio.br.



Por acaso, ontem foi publicado nesse site um comentário sobre o filme Amnésia (Memento), queria ver há séculos, mas o responsável por copiar o DVD não mais o fará. Agora, pelo menos sei um pouco sobre a questão científica da coisa. Acho que a outra parte nunca vou saber.
Pra mim, vai ser mais memória que amnésia quando assistir, mas eu vou.

domingo, 26 de julho de 2009

Sobre Nuncas...

Comecei pensando que nunca o faria. A idéia foi sempre essa. Entretanto, os Nuncas têm a tendência de deixar de existir e de serem infinitos, ao mesmo tempo. Sendo assim, vale a boa surpresa. Dialogo com alegorias alheias que também não eram dirigidas a mim. Não há, entretanto, outra que combinasse melhor. No estilo e simplicidade.

Poderia ser um conto, que começaria:
"viviam em nuvens distantes P. e T., até que um dia suas nuvens se aproximaram e formaram uma só..."

Haveria um outro novo Nunca. Ainda desconhecido.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sobre Gargalhadas e Lágrimas

As gargalhadas foram muitas, certamente mais importantes que as lágrimas.



Pediram que eu comemorasse ter conhecido e não lamentar a perda. Impossível. Comemorei ter conhecido a cada presença, a cada saudade, com sorrisos. O que se passou e que, de alguma forma, vai se passar todos os dias daquele em diante, não se deu de forma que me permitisse que eu comemorasse qualquer coisa.

É, sim, um atestado de fracasso. Não dela, mas de todos. Ela era a pessoa menos responsável pelo que se passava com ela própria.

Não revivi nada, entretanto. Mas me certifico de que é necessário ter mais cautela, e que isso não é só comigo. Algumas tentativas são bem sucedidas e isso não é sempre bom.

Preocupa-me o que se passa agora com ela. Desculpem, mas sou dessas. Espero que tenha conseguido aliviar-se, porque não podia buscar outra coisa.



Gargalhadas e lágrimas. Quase nada e muita coisa.